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segunda-feira, 22 de junho de 2015

O que você promove na internet? - Fernanda Vaz


Tenho que parar urgentemente de ler comentários de qualquer matéria, vídeo ou postagem porque isso já tá fazendo mais mal do que bem.

Os usuários fazem da internet um depósito de lixo emocional, ódio, impaciência e intolerância. Infelizmente não é um exagero meu.

Pra quem tem esse vício percebe como claramente as pessoas perderam a habilidade de discutirem de uma forma saudável. Basta um ou dois post em que a pessoa não concorda com os argumentos da outra, por mais poderosos ou idiotas que sejam que os próximos são cheio de palavrões, ofensas e ignorância de um dos lados.

Conversar com alguém que tem uma opinião diferente da sua, às vezes, é difícil, mas na internet é quase impossível. As pessoas não estão dispostas dizer o que acham e ouvir sua versão, elas querem impor o que pensam como uma verdade absoluta.

E isso não tem acontecido só com assuntos mais sérios ou polêmicos, outro dia, por exemplo, eu tava lendo sobre assuntos de designer ou pintura, em uma desses lugares que publicam sobre vários temas e fui fazer o que? Exatamente, ler os comentários.

  Tinha algumas pessoas falando mal da reportagem, não por ela ter sido ruim, por informações erradas ou pouco conteúdo, mas porque eles não acharam o assunto interessante.

   E uma das respostas a esse comentário, sim senhores eu também leio as respostas dos comentários, foi de um menino dizendo que se não foi útil pra vida dele de alguma forma não significa que essa matéria não deveria ter existido ou que ela é ruim, porque pra ele como designer foi muito bom e abriu seus horizontes, e que a gente deve parar de criticar os portais por não criarem matérias exclusivamente para nossos gostos.

  Quase adicionei esse menino, porque é justamente o que eu penso. A gente tem que deter esse impulso de achar que os sites só pode falar sobre o que gostamos e nada além disso.

Um exemplo mais recente aconteceu essa semana quando fui ler uma matéria que falava sobre a Anitta. Quando fui espiar os comentários o que tinha de gente falando mal dela não só como artista, mas como pessoa era inacreditável.

    E pra piorar a situação quando estava quase saindo para visualizar um evento reparei que a matéria estava publicada na sua fanpage o que significa que as pessoas que não gostam dela estavam curtindo ou entrando na sua página para poder falar mal e ainda escrever comentários ofensivos como: “lixo”, “vadia”, “que merda de cantora” ou “tinha que ser no Brasil”.

    Não vamos confundir liberdade de expressão com distribuição gratuita de ódio e insultos, são coisas completamente diferentes e uma não justifica a outra.


  Na internet é você quem manda, ninguém te obriga a ler, ouvir ou assistir sobre o que você não gosta, você tem o poder de apertar o pausa, mudar ou fechar a página. Pra que então perder tempo com o que não te faz sorrir? 

quarta-feira, 13 de maio de 2015


Sou legal quando eu quero.
Mas a maioria das vezes as pessoas não valem o esforço.



sexta-feira, 18 de maio de 2012

quarta-feira, 16 de maio de 2012

terça-feira, 1 de maio de 2012

sábado, 28 de abril de 2012




Eu sempre temi que um dia eu me arrependesse de não ter corrido atrás de algo.
Mas quando se trata de você, eu sempre penso em tentar mais uma vez.
Mesmo sabendo que deu game over.

Sou chata, persistente e inconveniente
Mas nunca desisti de você.


Criei um novo eu seu
Mas esse me ama

quarta-feira, 25 de abril de 2012

O problema da esperança se última a morrer, é que até lá você vai sofrer muito

sábado, 31 de março de 2012


Como o domingo me trás você a memória.

Como se ele quisesse esfregar na minha cara a sua falta.

Eu olho, vejo e sinto a ausência

E só.

terça-feira, 27 de março de 2012

terça-feira, 6 de março de 2012


O preço da felicidade.

Três amigos, um pulseira e 3 por 2 reais.

E pra você?

Quanto é necessário pra você ser feliz?


Muitas vezes eu preferia não falar nada de você, de bom e nem ruim. Como se isso fosse me ajudar a esquecer e superar tudo o que aconteceu.

Muitas vezes eu preferia não falar nada de você, principalmente seu nome. Como se isso fosse um filme quando diz Voldemort seus comensais da morte aparatam do nosso lado e nos fazem lembrar o que mais queremos esquecer.

Muitas vezes eu preferia não falar nada de você, como se falar fosse o mesmo que pensar. Se eu não falo, eu não penso. Certo? Errado.

O que você não fala é o que você mais pensa.

Mas hoje.

Hoje eu tirei o dia pra falar de você.