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terça-feira, 19 de janeiro de 2016


Idosas fazem enxoval e doam para mães carentes

     Estas três senhoras de Brasília se unem três tardes livres por semana para fazer enxovais que são doados para ajudar grávidas carentes.
     “Tem mãe que sai do hospital com o bebê enrolado num lençol”, conta dona Sônia, de 70 anos, em entrevista ao Só Notícia Boa.
     E se você acha que elas começaram a fazer esse trabalho lindo agora, engana-se, são 40 anos de gentilezas, 40 anos de roupinhas, pijamas, fraldas, casaquinhos, camisetinhas pagãs e sapatinhos.
     Além da dona Sônia, participam as amigas Francisca, de 66 anos, e Marieta, de 79. A produção das peças e a doação funcionam no prédio da Federação Espírita do Distrito Federal, que fica na 408 sul.
     Tudo que as amigas usam vem de doação.
     O enxoval é composto por 1 cobertor, 2 roupinhas, 2 pijamas, 4 fraldas e 2 pares de sapatinhos.
     Dona Francisca conta que “o que mais emociona é ver a reação das mães quando recebem o kit”.

*Fonte: Razão para Acreditar!

domingo, 28 de junho de 2015



Experimento na Lituânia mostra como pessoas reagem em uma situação de racismo - Vicente Carvalho



O racismo infelizmente ainda acontece em diversos países – incluindo o Brasil, e de tempos em tempos vemos vídeos e campanhas que combatem essa postura tão desprezível, como nesse vídeo.
A pergunta que paira no vídeo é: O que você faria se uma pessoa negra te pedisse para traduzir um texto para que ele pudesse entender, pois não conhece a língua local, e esse texto fosse de conteúdo racista contra ele? 

Uma falsa seleção para um comercial de TV coloca alguns lituanos nessa situação ao traduzir um texto racista para um negro que pediu isso por supostamente não entender muito bem a língua do país.
O resultado é impactante, vou reproduzir aqui as palavras do Wagner Brenner do UOD, que pontuou três coisas:
(1) Mostra bem a diferença entre se expressar pela internet ou se expressar olhando nos olhos de alguém. Vale para qualquer tipo de preconceito ou discriminação. Faz pensar. (2) E apesar de estampar uma coisa tão ruim, mostra o lado bom e humano de todos os que participaram deste experimento, nitidamente comovidos e envergonhados por uma atitude alheia, como se estivessem envergonhados de serem Lituanos. (3) E esse é outro ponto, a noção de grupo e o quanto nos sentimos orgulhosos ou envergonhados pelos que nos representam.

sábado, 27 de junho de 2015



Quando a internet é usada para o bem, o impacto é extraordinário - Catraca Livre


     É espetacular o poder mobilizador da internet, todo dia conhecemos histórias de pessoas que transformam a vida de outras através de uma publicação no Facebook.
     Por dois anos a rotina da dona de casa e vendedora Maria Helena, 61 anos, foi a mesma. Ela vai de porta em porta pela cidade de Volta Redonda (RJ), oferecendo seu sabão caseiro, embalado em um pote de plástico e vendidos por R$ 4. O produto vem acompanhado de um bilhete com o nome e telefone da vendedora escritos com uma letra "cara de vó".
    Porém, no último dia 22 de maio, ela bateu na porta de Luiz Antônio. E graças ao post que ele fez no Facebook  relatando esse encontro, a vida de Maria está mudando completamente.
    Segundo contou no post, Maria disse vender uma pasta que ela mesma fazia e que deixava tudo branco. Luiz disse não precisar e passou o produto adiante.  “Ela agradeceu, eu fechei a janela, mas abri de novo e fiquei observando. Ela ficou com um semblante triste, talvez por receber mais um ‘não’, abriu uma garrafinha de água, começou a beber, apoiada no portão, parecia cansada”, escreveu Luiz em sua página.
    Aquela cena o comoveu, então abriu novamente a janela e adquiriu o sabão caseiro da dona Maria. “O sorriso dela foi tão satisfatório pra mim. Ela começou a explicar o produto, e falou que anotaria o contato dela, mas que não tinha condições de ter um cartãozinho, e me deixou esse pedaço de papel. E lá se foi aquela senhorinha, com a bolsa pesada, bater em outra porta”.
    Em um gesto despretensioso, Luiz fez o post no Facebook com a foto do potinho de sabão e o contato da Maria esperando ajudá-la de alguma forma, para que talvez uma ou outra pessoas se interessassem e ela fizesse algumas vendas a mais.
     Mas o que não imaginava é que a ação causaria tamanha repercussão.  Com mais de 160 mil curtidas e quase 80 mil compartilhamentos, a história viralizou na rede social.
     Lendo os comentários, pessoas de várias cidades brasileiras disseram ter feitos encomendas já. “Deus está me abençoando. O rapaz falou para alguém e o pessoal não para de ligar. Até esqueci o nome da cidade lá na Suíça que me pediram para entregar. Mas é gente de São Paulo, do Rio”, contou Maria Helena em entrevista para a Época Negócios.